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Entenda porque o cigarro prejudica o coração

O cigarro, apesar de ser conhecido por causar danos graves ao pulmão, e como um dos principais fatores de risco ao câncer, também é um dos motivos pelos quais se desenvolvem doenças cardiovasculares e patologias relacionadas a outras partes do corpo. O cigarro pode aumentar o risco de aparecimento de 50 tipos de doenças.


Além disso, o cigarro causa agressões à parede interna dos vasos sanguíneos, denominadas endotélio. Isso prejudica a produção de óxido nítrico, uma substância que protege as artérias, e faz com que as artérias fiquem mais vulneráveis à formação de placas de gordura. O cigarro também promove uma alteração no mecanismo de contração e relaxamento do coração, e isso dificulta a circulação do sangue.

O cigarro possui milhares de substâncias diferentes em sua composição, e elas afetam negativamente a saúde de quem fuma. Alguns dos problemas cardiovasculares que podem ser causados pelo tabagismo são infarto, angina, insuficiência coronariana, desenvolvimento de arritmias graves, e acidente vascular cerebral (AVC).


Esses problemas não se limitam somente ao cigarro, mas também a outros itens do tabagismo, como charuto e cachimbo. Seja qual for o tipo de tabaco, todos estimulam o surgimento de placas nas artérias e da aterosclerose, que são o acúmulos de gorduras nas paredes das artérias.


Quando os organismos de fumantes e não fumantes são comparados observa-se que os indivíduos do gênero masculino que fumam possuem três vezes mais chances de sofrer um infarto do que os não fumantes. Quando considerado nas mulheres, esse risco aumenta ainda mais. Esses riscos também se tornam maiores em pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes, chamadas de fumantes passivas. Elas sofrem com uma taxa de aproximadamente 30% a mais de risco de sofre um infarto em relação a um indivíduo que não está exposto à fumaça.


A melhor forma de preservar a saúde do seu coração e de todo o seu corpo, é abandonando o tabagismo. Quando um fumante deixa o cigarro, após o primeiro ano, já ocorre a redução de 50% do risco de sofrer um infarto.


Parar de fumar pode ser um processo difícil, mas existem medicamentos e adesivos anti-fumo que ajudam. Se necessário, consulte um médico para um tratamento acompanhado.


Fontes:

Seu Cardio

HCor