Ergo Exames Cardiológicos

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15.setembro.2010

Baixa umidade relativa do ar exige atenção redobrada

 

A baixa umidade relativa do ar, combinada aos baixos índices pluviométricos, a relativa intensidade dos ventos e alta concentração de poluentes exigem cuidados especiais com a saúde, principalmente dentre os que fazem parte dos grupos de risco: crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias e cardíacas.

O ar muito seco tende a provocar tosse seca, cansaço, ardor nos olhos, nariz e garganta, falta de ar e respiração ofegante. Para evitar estes sintomas, recomenda-se:*

 

- Beba mais água do que o normal, ou outros líquidos não alcoólicos.

- Molhe  a boca e narinas com água, várias vezes durante o dia (a parte interna das narinas pode ficar muito ressecada e o esforço de assoar o nariz pode causar o rompimento dos delicados vasos sanguíneos, o que gera sangramento).

- Atenção com os olhos porque também tendem a ficar ressecados. Molhe-os com água ou use colírios adequados.

 

-Atenção especial com as crianças e pessoas idosas, não apenas com a situação de ar muito seco, mas com o calor e o sol em excesso.

- O uso de aparelhos umidificadores dentro de casa também aumenta os níveis de umidade no ambiente, deixando-os em padrões confortáveis para a saúde humana.

- Panos molhados nos cantos do ambiente interno ou bacias com água ajudam a aumentar a umidade do ar.

- O uso de cremes hidratantes no corpo ajuda a renovar a umidade da pele que também tende a ficar ressecada na situação de índices de umidade do ar muito baixos.

*Fonte: ClimaTempo

 

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